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Guardas metropolitanos que estavam trabalhando quando mulher foi estuprada na frente de viatura são afastados

Estupro foi regitrado na frente de viatura e base de segurança Reprodução/TV Anhanguera Uma sindicância foi aberta para investigar a suposta omissão de tr...

Guardas metropolitanos que estavam trabalhando quando mulher foi estuprada na frente de viatura são afastados
Guardas metropolitanos que estavam trabalhando quando mulher foi estuprada na frente de viatura são afastados (Foto: Reprodução)

Estupro foi regitrado na frente de viatura e base de segurança Reprodução/TV Anhanguera Uma sindicância foi aberta para investigar a suposta omissão de três guardas metropolitanos no caso de estupro registrado em frente à base de segurança da Guarda na Praia da Graciosa, em Palmas. Segundo a prefeitura, os guardas ficarão afastados das funções até que a apuração seja concluída. O caso é investigado pela Polícia Civil como estupro de vulnerável. O Sindicato dos Guardas Metropolitanos do Estado do Tocantins (SIGMEP) disse que está acompanhando o caso institucionalmente e aguarda o esclarecimento oficial dos fatos. Afirmou que o afastamento dos guardas trata-se de medida administrativa de natureza cautelar e não configura reconhecimento de culpa (veja nota completa abaixo). O crime aconteceu quando uma mulher, que apresenta sinais de embriaguez, foi abusada por um homem que se deitou atrás dela. Em imagens divulgadas nas redes sociais, é possível ver a vítima tentando afastar o suspeito. O homem se apresentou na delegacia na segunda-feira (16), onde foi ouvido e liberado. Segundo a Polícia Civil, o caso é investigado como estupro de vulnerável devido à falta de capacidade de defesa da vítima. O homem não teve o nome divulgado, por isso o g1 não conseguiu contato com a defesa dele. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Caso de estupro na Praia da Graciosa é enviado ao MP; confira O procedimento administrativo foi publicado no Diário Oficial do dia 18 de fevereiro de 2026. Conforme a portaria, a sindicância foi aberta levando em consideração a gravidade do caso e que a "função da Guarda Metropolitana é a proteção sistêmica da população, e que a suposta omissão diante de um crime ou ato de importunação sexual em frente a uma unidade da corporação fere frontalmente o decoro da classe". LEIA TAMBÉM Investigação vai apurar se mulher foi estuprada na frente de base da Guarda Metropolitana de Palmas, diz polícia Suspeito de estupro na frente de base da guarda metropolitana se apresenta à polícia Estupro em ponto turístico de Palmas ocorreu em frente à viatura e base de segurança; polícia investiga Crime da Praia da Graciosa O caso aconteceu no dia 15 de fevereiro de 2026, em frente à unidade da Guarda Metropolitana de Palmas. O vídeo do suposto crime aparenta ter sido gravado de dentro da base da GMP. A Polícia Civil também alerta que o compartilhamento de imagens com o intuito de ridicularizar vítimas de crimes sexuais se enquadra no crime de exposição da intimidade sexual. A Secretaria Municipal de Ação Social e da Mulher (Semasmu) determinou o envio de todas as informações do caso ao Ministério Público Estadual (MPTO) e a busca ativa da vítima para que ela tenha acesso a todos os serviços de acolhimento psicológico, atendimento jurídico, por meio da Casa da Mulher Brasileira e Patrulha da Mulher Segura. Íntegra da nota da Prefeitura de Palmas A Prefeitura de Palmas, por meio da Guarda Metropolita de Palmas (GMP), informa que a Corregedoria instaurou, por meio da Portaria nº 005/2026, sindicância investigativa para apurar a conduta de três guardas que estavam de plantão no dia 15 de fevereiro de 2026. A medida visa investigar suposta omissão dos agentes diante de um crime de violência sexual, ocorrido nas adjacências da Base da Graciosa, comportamento que fere o decoro e os deveres éticos de proteção à população previstos na legislação municipal. Os servidores foram afastados de suas funções até que a apuração seja concluída e as responsabilidades devidamente esclarecidas. A comissão designada pela Corregedoria conduzirá os trabalhos para preservar o interesse público e a integridade da instituição. Íntegra de nota do SIGMEP O Sindicato dos Guardas Metropolitanos do Estado do Tocantins (SIGMEP) tomou conhecimento, por meio da imprensa, do fato ocorrido na Praia da Graciosa, em frente à base da Guarda Metropolitana de Palmas. Trata-se de uma situação grave, que deve ser apurada com responsabilidade e rigor pelas autoridades competentes. O Sindicato defende que toda investigação ocorra de forma técnica, imparcial e com respeito às garantias legais. O SIGMEP está acompanhando o caso institucionalmente e aguarda o esclarecimento oficial dos fatos, reiterando a importância do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa, assegurados constitucionalmente a qualquer servidor público. Quanto ao afastamento anunciado pela Prefeitura de Palmas, trata-se de medida administrativa de natureza cautelar, que não configura reconhecimento de culpa. O Sindicato respeita as providências adotadas, desde que sejam preservados os direitos individuais dos guardas envolvidos durante toda a apuração. O SIGMEP reafirma que não compactua com qualquer conduta ilícita. Ao mesmo tempo, defende que nenhuma conclusão seja antecipada antes da apuração completa dos fatos. Seguiremos atentos e atuantes, sempre em defesa da legalidade, da transparência e dos direitos da categoria. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

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